Jurídico
14/12/2017 11:25 - Campanha de negociação oferece isenção para clientes em atraso nas contas de luz
Os clientes do grupo Energisa poderão negociar dívidas nas contas de energia com condições especiais como isenção de juros, multa e correção ou parcelamento das dívidas. O grupo iniciou este mês uma campanha nacional de negociação de débitos a fim de reduzir os índices de inadimplência entre seus clientes.
A iniciativa mobiliza todas as nove concessionárias do grupo em todo o Brasil, esperando atender 85 mil clientes em todas as unidades. “Com as condições oferecidas, temos a expectativa de atender cerca de 85 mil pessoas que devem aproveitar os descontos e isenções de taxas para que possam regularizar a situação”, avalia Cleyson Jacomini de Sousa, diretor Comercial Corporativo do Grupo Energisa.
Para o diretor, fatores externos como a crise econômica, por exemplo, pode ter contribuído para o aumento da inadimplência entre consumidores. “O mercado inteiro tem sofrido com a inadimplência, e nós temos uma preocupação específica: vai chegando o verão e existe uma tendência da elevação do consumo. Uma de nossas estratégias é evitar que o cliente entre no período em que consome mais com contas em atraso”, disse.
Os consumidores de baixa tensão (127, 220, 380 ou 440 volts) atendidos pelo grupo em suas áreas de concessão (Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo e Paraná) que estejam com atraso de duas ou mais contas de energia, poderão quitar seus débitos com condições especiais de negociação, como isenção de juros ou parcelamento.
O executivo destaca ainda que a tarifa de energia elétrica considera uma provisão para a inadimplência, ou seja, o cliente que paga a conta sempre em dia, paga pelo inadimplente. “É uma regra da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A inadimplência acaba impactando os demais clientes, porque existe uma perspectiva de custo da distribuidora, e no momento que essa provisão eleva muito, corremos o risco de impactar. Nosso objetivo nosso é justamente esse, evitar que isso seja repassado [ao cliente]”, ressaltou.
Isenção
Entre as condições especiais de negociação, a Energisa oferece isenção de juros, multa e correção para pagamento à vista; ou isenção de juros e correção, além de pagamento de multa de 2%, para pagamento parcelado em três meses, sendo primeira parcela à vista. O consumidor ainda pode optar por pagamentos divididos em 6 meses, com entrada à vista, mas sem isenção de juros, multa ou correção até a data da repactuação, e parcelamento com juros de 0,5% ao mês. Para pagamento parcelado em 12 meses, com a primeira parcela à vista, também não há isenção de juros, multa ou correção até a data da repactuação, e os juros são de 1% ao mês.
A campanha de negociação atende clientes faturados em baixa tensão, das classes Residencial, Industrial, Comercial e Rural. Vale lembrar que somente o titular da conta de luz pode fazer a negociação, tendo em mãos seus documentos pessoais, CPF e RG.
As negociações podem ser feitas até o dia 29 de dezembro de 2017, por meio do link da empresa Após acessar o site, basta clicar no banner da campanha, que levará para uma página com informações completas e com o espaço “Agência Virtual”, onde as negociações podem ser realizadas. A opção do pagamento online está disponível para todas as unidades, com exceção da Energisa Mato Grosso do Sul.
Para os clientes que optarem por fazer a negociação pessoalmente, basta ir a uma das agências de atendimento da Energisa em todas as concessões. O endereço da agência de atendimento mais próxima e seu horário de funcionamento podem ser conferidos neste endereço.
Os consumidores também podem entrar em contato para mais informações pelo Facebook, Twitter, Agências e Call Center de cada unidade.
Para evitar o esquecimento no pagamento de contas e uma possível inadimplência, a Energisa orienta ainda que seus consumidores optem pela comodidade do serviço de débito em conta para pagamento de suas faturas.
Edição: Maria Claudia
Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil
Fonte: Agência Brasil (13.12.2017)
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