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04/09/2008 10:37 - Produto popular à margem do câmbio

A atual cotação cambial não resulta na diminuição dos preços dos produtos populares importados. De acordo com o presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Produtos Populares (Abipp), Gustavo Dedivitis, isso acontece porque estes itens geralmente já são comercializados com valores baixos. No entanto, segundo ele, a qualidade dos objetos vendidos foi melhorada.

 

Para ele, os importadores estão conseguindo comprar produtos mais elaborados, pois, com o mesmo volume de capital disponível, podem investir mais. Atualmente existem mais de 5 mil tipos de mercadorias do exterior comercializadas no país, sendo que a maioria é de utilidade doméstica, decoração, ferramentas e brinquedos. Cerca de 95% dos importados são originários da China.

 

Os produtos são destinados para consumidores das classes D e E. Com o aumento da qualidade, agora também contemplam a classe C. Cerca de 35% do mercado popular brasileiro é composto pelos itens importados, que são vendidos em 55 mil pontos-de-venda distribuídos pelo país. As lojas voltadas para este segmento são papelarias, lojas de R$ 1,99 e os bazares.

 

Renda maior - No ano passado o setor faturou R$ 9 bilhões, sendo que somente a venda de produtos do exterior corresponderam a R$ 3,5 bilhões. A perspectiva é que em 2008 o crescimento do setor seja de 8%, valor que deve superar a inflação, prevista para 4% no exercício. O resultado esperado para este ano é maior do que o observado nos últimos anos, puxado pelo aumento do poder de compra das camadas da população de renda mais baixa.

 

De acordo com o proprietário da Importec Atacadista, Marcos Pereira de Magalhães, os preços dos produtos do exterior não estão em queda por causa do dólar. Há cerca de quatro anos a empresa parou de fazer a importação de maneira direta, passando a comprar de importadoras localizadas em São Paulo. Os importados correspondem a 40% dos itens comercializados na empresa, mas os fornecedores não estão vendendo mais barato por causa do câmbio.

 

"Não saberia explicar exatamente porque não estamos comprando mais barato. Uma das possíveis causas é a alta da cotação dos combustíveis, que acaba aumentando o preço do plástico, um dos principais insumos utilizados nos itens que comercializamos", destacou.

 

Veículo: Diário do Comércio - MG

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