Geral
22/12/2008 11:06 - Chuvas provocam alta nos preços de hortigranjeiros
Normalmente no final de ano os preços de hortifrutigranjeiros registram alta, tanto em função da oferta reduzida quanto pela maior demanda no final de ano. Mas, agora, é provável que os preços subam por causa das intempéries climáticas que assolam Minas Gerais e já resultam em perdas para algumas atividades agrícolas.
De acordo com chefe da Seção de Informações de Mercado da Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa Minas), Ricardo Fernandes Martins, de uma maneira geral o preço dos hortifrúti apresentaram variação positiva de 5,4% nos últimos quatro dias.
Segundo Martins, as chuvas sempre acabam prejudicando um pouco mais a oferta, o que poderá gerar alguma redução na oferta de um ou outro produto que, em função da instabilidade climática. "Alguns municípios, como por exemplo Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), devem ter a produção de hortifrúti afetada em função da enchente que está ocorrendo", ponderou.
Porém, Martins acredita que ainda é cedo pala avaliar o cenário das possíveis perdas do segmento de hortifrúti uma vez que em setembro ocorreu uma chuva de granizo muito forte em Carandaí (região Central), que acabou por não afetar a produção de culturas como tomate, cenoura, beterraba, repolho, abobrinha, dentre outros da região, argumentou.
Ainda não existem confirmações de perdas neste segmento no Estado, mas Martins estima que em alguns municípios os produtores podem ter perdido todas as lavouras. "Ainda é cedo para contarmos com alguma expectativa no entreposto, a única certeza é que alguns municípios registrarão uma certa queda enquanto outros se manterão na normalidade. Até hoje, a oferta na Ceasa está equilibrada", destacou.
Perdas em Belo Vale - Segundo a engenheira agrônoma da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), Ana Luiza Resende Oliveira, em Belo Vale (região Central) muitos grãos foram perdidos em função da enchente, porém com a mexerica, que é o produto mais expressivo do local, até o momento não foi registrada muitas perdas. "As hortaliças e legumes são produzidos em menor quantidade no local e ainda é desconhecido o volume do que foi perdido", explicou.
O acesso ao município de Belo Vale ainda é precário e as informações ainda são restritas, salientou Ana Oliveira.
"Temos notícias de oito pontes caídas na zona rural, além do acesso difícil também ao município de Moeda (região Central). As perdas até o momento form grandes também na zona rural, inclusive já se fala em cerca de 700 famílias desalojadas no município como um todo", afirmou.
Veículo: Diário do Comércio - MG
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