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16/10/2008 08:24 - Setor alimentício aguarda fim da crise para anunciar aportes

A fabricante de molhos e de pratos prontos Fugini, que está planejando uma nova fábrica para aumento da capacidade produtiva em Goiás, espera, agora, o desenrolar da crise dos mercados para a decisão de investimento. "Estamos, nos próximos 15 dias, só cumprindo procedimentos de manutenção. Nada de excepcional vai acontecer, nem para desacelerar, nem para acelerar", afirmou ao DCI Auro Ninelli, diretor-presidente da Fugini .

 

No entanto, de acordo com o executivo da Fugini, a empresa não sentiu, até então, nenhum tipo de impacto real em sua atividade produtiva.

 

A alta demanda em 2008, já fez a empresa investir em nova planta em Monte alto, município no interior de São Paulo, que será inaugurada nos próximos dias.

 

A queda de demanda de mercados importantes para a indústria alimentícia brasileira, como o europeu e americano, e possível influência da inflação poderão ser fatores que agirão diretamente na produção nacional de alimentos. Após um ano turbulento para o setor, que começou com a escassez de commodities e com a desvalorização do real, que propiciou maior entrada de produtos importados no Brasil, 2009 trará novos desafios ao setor. "A indústria de alimentos é um dos segmentos que mais sofre com a grande concorrência externa", afirma Rogério César de Souza, economista do Instituto de Estudos Para o Desenvolvimento Industria (Iedi).

 

De acordo com o economista da entidade, apesar dos desdobramentos da crise ainda não estarem nítidos, o setor já pode notar adiamento de investimentos. "No próximo ano, o setor crescerá menos mas continuará crescendo, pois ainda somos grandes exportadores para o mercado asiático, que irá crescer a taxas importantes", afirma Souza.

 

A Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos (Abia) já havia previsto investimentos do setor de mais de R$ 22 bilhões em 2009, um montante 17% maior do que o registrado neste ano.

 

De acordo com reportagem publicada no DCI, o gerente do Departamento de Economia e Estatística da Associação, Amílcar Lacerda de Oliveira, a estratégia do setor era a de ampliar a exportação com produtos de maior valor agregado.

 

Hoje, cerca de 23% da produção de alimentos é designada ao mercado externo. Espera-se, para 2009, um crescimento de 10%.

 

Cenário

 

A Dr. Oetker, fabricante de sobremesas, fechou o planejamento para 2009 na última semana, mas segundo a diretora de Marketing da empresa, Cláudia Rocha, haverá modificações por conta da crise. "Para o próximo ano estão previstos investimentos para aumento de produção, mas tudo vai depender de quanto a crise desenrolar", afirma Claudia.

 

Até o momento, segundo ela, nenhum investimento foi adiado pela matriz , que está localizada na Alemanha.

 

Já a americana, General Mills, que registrou, no Brasil, alto índice de crescimento, graças, principalmente, a dois produtos: o sorvete Häagen-Dazs e a barra de cereal Nature Valley, ambos importados. "Nós estávamos preparados para a alta do dólar, pois já trabalhamos com um preço fixo da moeda mais alto", afirma Marcos Henrique Sealdelai, gerente de Marketing da General Mills.

 

Outro lado

 

O momento de crise, no entanto, pode ajudar a entrada da Vigor, fabricante de laticínio e de produtos para o mercado de food service, no mercado norte-americano. Segundo Ronan Toniolo, diretor de Food Service da companhia, o processo de internacionalização da empresa pode ser favorecido com a alta do dólar. "Essa não é uma decisão feita por conta da crise, mas podemos aproveitar", disse o executivo.

 

No mercado doméstico, a empresa pode fazer algumas alterações nesse momento de crise. "Uma das alternativas é mudar alguns lançamentos para produtos que tenham um maior valor agregado", afirma Toniolo.

 

Entretanto, a produtora pode, sim, sentir reflexos da crise financeira. "Uma possível falta de oferta de crédito nos afetaria no sentido da expansão das cadeias de implantação de redes de franquia", afirma Toniolo. De acordo com o executivo, em conversa com a associação responsável pelas franquias os planos do setor continuam, "mas se a crise permanecer depois de dezembro, a abertura de franquias será prejudicada".

 

Veículo: DCI

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