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22/11/2016 15:12 - Cármen Lúcia cobra celeridade judicial e critica excesso de Recursos

A Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse hoje (21), em Belo Horizonte, que o uso excessivo de recursos é um dos motivos para a demora na conclusão de processos judiciais. Ela também pediu mais eficiência do Judiciário.

A ministra participou do lançamento da Semana Nacional da Conciliação. O evento é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ocorre em todo o País. Na capital mineira, estão agendadas 1.208 audiências até sexta-feira (25), com o objetivo de promover acordos entre as partes no maior número possível de processos.

 

Segundo Cármen Lúcia, promover a conciliação é fundamental não só para desafogar o Judiciário, como também para dissolver a tensão que aflige a sociedade. “Esta é a primeira Semana Nacional de Conciliação que ocorre após a aprovação do novo Código de Processo Civil. Uma das bases da nova legislação é a prioridade aos procedimentos conciliatórios. É uma mudança que se volta para a redução do número de Recursos e a busca de soluções efetivas”, afirmou.

 

Para a Ministra, uma das causas da morosidade judicial é o uso excessivo dos recursos, o que sai caro para a Sociedade. "Isso vale para todos, para os Juízes, os Advogados e Promotores do Ministério Público. As faculdades precisam se repensar. Na graduação, eu estudei um semestre inteiro aprendendo a fazer recursos. A pessoa se forma orientando o Cliente a recorrer. E quando se diz ao Cliente que recorrer em um caso não adianta, ele acha que o Advogado é incompetente ou está com preguiça", disse.

 

Cármen Lúcia também cobrou mais eficiência do Judiciário e que os processos possam ter início, tramitação e resposta final. Ela disse que quem não reivindica seus direitos, não faz por merecê-los. "Ninguém quer abrir mão dos seus direitos. E é bom que as pessoas agora saibam dos seus direitos e vão à luta por eles”, acrescentou.

 

Edição: Lílian Beraldo

 

Léo Rodrigues – Correspondente da Agência Brasil

 

 

Fonte: Agência Brasil (21.11.2016)

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