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18/09/2014 07:12 - ABRAS prevê crescimento de 2,5% nas vendas do setor em 2015

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) divulgou hoje, 16, as perspectivas do setor supermercadista para o segundo semestre de 2014 e também para 2015. Segundo a entidade, o setor supermercadista deverá crescer 1,9% em 2014 (até julho, o resultado acumulado era de 1,48%). Para 2015, a perspectiva é de que o ano seja um pouco melhor, com o setor crescendo 2,5% (já deflacionado pelo IPCA/IBGE).

"Apesar dos rumores de um ano difícil em 2015, nossa perspectiva é a de continuarmos crescendo acima do PIB, acreditando na força do mercado interno brasileiro e na manutenção de uma taxa de desemprego nos mesmos patamares que se apresenta atualmente. O cenário econômico atual é desafiador, sem dúvida, mas precisamos acreditar no potencial do Brasil para enfrentá-lo e sair fortalecido deste processo", afirmou Fernando Yamada, presidente da ABRAS.

Além da perspectiva de manutenção de uma taxa de desemprego estável, outro fator em que se baseia a estimativa da ABRAS para estimar o crescimento positivo, mas menor em 2015, é a perspectiva de crescimento de 8,8% no salário mínimo. "Entre outros fatores estruturais, acreditamos em um resultado positivo, pois esperamos que o salário mínimo seja reajustado num nível mais alto do que em 2014, conforme já orçado pelo governo federal", avaliou Yamada.

Em relação ao fechamento de 2014, a entidade revisou em agosto a sua estimativa de crescimento, que era de 3%, para 1,9%, levando em conta os resultados do primeiro semestre do ano mostrados pelo seu indicador. Em 2013, o setor cresceu 5,36%, de acordo com Índice Nacional de Vendas ABRAS, levantado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade.

Durante a coletiva, a ABRAS divulgou dados de seus parceiros de pesquisa no País: Nielsen, GfK e Kantar Worldpanel. Segundo a Nielsen, as mudanças de hábito de consumo impactaram na preferência por formatos de lojas com menos serviços e foco em preço baixo. O Cach&Carry, conhecido também como atacarejo, por exemplo, cresceu 9% no primeiro semestre de 2014, quando comparado com o mesmo período de 2013 (na mesma base de comparação, o Índice de Vendas da Abras que apura o desempenho de supermercados e hipermercados, apresentava variação de 1,48%). Ainda de acordo com a Nielsen, o formato atacarejo já responde pela mesma importância de vendas dos hipermercados.

Já a Kantar Worldpanel mostra que o consumo de bens de alto consumo em 2014 cresce 4,4% no acumulado do primeiro semestre de 2014, mas voltou ao mesmo patamar de 2012. De acordo com a Kantar, todas as classes continuam impulsionando o consumo, mas a frequência de compra da classes mais baixas da população, que sustentou em grande parte o crescimento do consumo no Brasil até agora caiu em 2014. Contudo, a empresa observa que o volume médio por ocasião de compra apresentou crescimento de 20%, mostrando que o comportamento do consumidor vem se alterando frente ao aumento da inflação, verificado no primeiro semestre, e devido à piora das expectativas em relação à economia. De maneira geral, os consumidores reduzem suas visitas ao ponto de venda e levam mais itens por viagem, priorizando canais que lhe oferecem mais preço e conveniência.

A Cesta Abrasmercado, indicador criado pela GfK, especialmente para a ABRAS, indica a evolução dos preços em uma cesta de 35 produtos de grande consumo como frutas, legumes e verduras, carnes, cereais, bebidas e itens de higiene e limpeza. Para este ano, a previsão é de a Cesta Abrasmercado fechar em 6,17%, contra 6,27% do IPCA, do IBGE, utilizado para medir a inflação nos alimentos.

Até julho, o indicador de preços mostrava resultado acumulado de 4,29% no ano e de 11,4% em 12 meses. Em 2013, o Abrasmercado variou 5,43% no ano, abaixo do IPCA do ano, que foi de 5,91%.

Os dados também mostram que a Cesta Abrasmercado apresentou maior estabilidade nos preços a partir de maio deste ano e que os alimentos estão deixando de ser o "vilões" da inflação. A análise da GfK mostrou que o consumidor está deixando de consumir alguns produtos por causa do preço, indicando que o "bolso do consumidor brasileiro encolheu", por conta do aumento dos preços das mercadorias.



Veículo: Investimento e Notícias (17/09)

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